quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Foi então que percebeu! Já não estava nas mãos dela, se calhar, nunca esteve. E ela sempre acreditou que podia controlar tudo. Mas não podia, e o resultado estava à vista! Triste desfecho, os olhos carregados de lágrimas e a sofreguidão com que respirava traçavam o pamorama depois daquela noite. Tinha perdido, sentia-se inútil e, por que não, o bôbo da corte?! De facto, a raiva apoderou-se dela, o sangue corria com uma intensidade nunca antes vista, mas o olhar, esse, estava triste e desfeito. Pouco ou nada poderia, agora, salvá-la daquele turbilhão de emoções. Ela sabia que não havia nada a fazer.Mas, mesmo assim, gostava que tivessem tentado!

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