quinta-feira, 8 de março de 2012

À mulher da minha vida!

Não há nada como chegar a casa depois de um longo período de ausência e receber aquele abraço apertado, ver aquele brilho nos olhos dela. É como lavar a alma! Perceber que, por mais que as prioridades da minha vida mudem, por mais que o tempo nos dê menos de si, há coisas que não mudam, há gestos e afectos que ficam.
Eu gosto dela, gosto muito dela. Tanto que é amor!
Os olhos pequeninos e rasgados, o corpo de estatura baixa e frágil, os cabelos curtos e a pele branca, as mãos bonitas e moldadas pelo trabalho, os pés pequeninos e sensíveis capazes de correr o mundo para assegurar o que nos faz falta, e a inteligência de uma mulher bem formada e informada.
Agradeço todos os dias o esforço que faz por mim, os limites que impõe a si e aos seus sonhos para que não existam limites nos meus. Só uma grande mulher seria idónea de todos os actos e acções que pratica, de todas as decisões e pensamentos que tem e de todo o amor que dá e que parece crescer todos os dias, nunca acaba. Segue-me à capela, sem qualquer ensaio e guia-me da melhor forma.
Ela é cheia de amor, cheia de tudo. Ela é a Mulher da minha vida!

(TEM UM ÓPTIMO DIA DA MULHER, SENHORA MINHA MÃE.)