segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Costumava ser melhor que isto. Costumava gostar de o ser.
Hoje, não! Já não sei ser melhor que isto, e isto é tão pouco que até mete dó.
Costumava acreditar que fazia maravilhas. Costumava achar que tinha uma estrelinha qualquer.
Hoje, não! Já não acredito e muito menos me considero especial.
Foi um sonho bonito, esse.
Talvez tenha crescido ou talvez só tenha ficado amarga e comodista. E a culpa que podia ser do tempo e da vida, acaba por ser minha, só.
Costumava deliciar-me comigo, e não no sentido narcisista ou egocêntrico. Eu só costumava gostar de quem fui. Era melhor que isto. Devia carregar no Reset e voltar ao início, quando desafiava o mundo e gostava do que via quando me olhava ao espelho (não pela aparência, essa nunca foi muito boa).
Um dia fui tão incrível que tudo me parecia fácil e com solução. Eu já gostei mesmo de mim, agora tem dias!

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Colar II




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Colar I





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terça-feira, 2 de outubro de 2012

Eu devia aprender. Devia querer aprender.
Mas hoje não, muito menos agora que o meu Benfica está aí a bombar.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012


O fofíssimo do Dinis fartou-se de dar beijocas, hoje.


segunda-feira, 16 de julho de 2012

Às vezes, pedem-me que ouça. Outras vezes, não pedem mas acabo por ouvir. Selecciono o que me interessa, inconscientemente, e sou bem capaz de ignorar personagens e actos se o meu cérebro achar que não valem a pena. Não é coisa que controle. Nem é coisa que me lembre. É simples, e acontece.
Às vezes, pedem-me que fale. Não gosto assim tanto de falar, e não sei se a maior parte daquilo que digo é correcto ou faz algum sentido. Às vezes, duvido. Outras vezes, não pedem e delicio-me a divagar em voz alta, com ou sem público. Não é justo que perca o meu tempo e faça com que outros percam o seu por mero capricho. E, apesar de tudo, nem eu sou assim tão excêntrica. Pior..às vezes, pedem-me que fale e mesmo querendo, já não sei falar. Chego a pensar que o meu cérebro se auto regula.
E eu sabia escrever, e ouvir, e falar. Já o fiz com a maior das facilidades quando e como queria.
Juro que sabia.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Desistiu quando percebeu que as coisas não iam mudar, e não se atreveu a discutir sobre isso.  Foi capaz de assimilar que aquelas crenças do género "se pedir/quiser muito, com muita força, vai acontecer" eram de criança e não passavam disso mesmo. A realidade mostrou-se diferente, engoliu em seco e seguiu.
Talvez tenha crescido.

terça-feira, 8 de maio de 2012

"O Sol já não brilha aqui, não da mesma forma intensa e cintilante como brilhara outrora. Os dias costumavam ser quentes e confortáveis, arrisco-me a dizer que costumavam ser felizes e cheios de vida. Talvez tivessem sido ingénuos e despreocupados, talvez tivessem seguido o caminho mais fácil, mas faziam sentido, os dias faziam todo o sentido.
A luz já foi chama, já iluminou os trilhos que se faziam a cada dia mais claros e concretos. Porque os trilhos já foram certos e capazes, já tiveram as pegadas marcadas pela coragem e convicção de quem se lança ao desconhecido com  o peito a transbordar de esperança. Os dias já foram dias de glória, repletos de glória."
Encolheu-se perante as suas palavras, pousou o lápis roído pela ansiedade e dobrou o papel. Tinha perdido a razão, a meta, e tinha acabado de se aperceber disso mesmo. Fechou os olhos, enquanto abria a gaveta onde colocou o pequeno papel amassado pela raiva e decepção. Cerrou os lábios e as lágrimas cobriram-lhe o rosto, deixou-se cair na cama e adormeceu embalada pelo cansaço da derrota.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Não preciso que o mundo se revolte e decida seguir outro caminho. Não preciso que o tempo passe mais rápido e me leve. Eu nem preciso que os olhares sejam mais directos e desinibidos. Não preciso que me abracem e me ouçam uma tarde inteira. Não preciso que os cérebros se iluminem e se tornem úteis. Eu nem preciso que o Sol brilhe todos os dias. Não preciso que a constipação passe num ápice e me deixe mais idónea. Não preciso que me mostrem que tenho razão. Eu nem preciso que a conta bancária se encha de zeros à direita. Não que não queira, só não preciso disso agora.

sábado, 14 de abril de 2012

Quem está de fora NEM SEMPRE racha lenha.

É daquelas coisas! Tu ficas deste lado a "rachar lenha" (é o que te dizem), alguém está "lá dentro" a "rachar lenha" também (as personagens assim o acham) e, no final, nenhuma das partes "rachou" nada. É importante dizer que tal expressão tem dois significados bastante distintos consoante os lados que, como ficou bem claro, são opostos. No entanto, e pertencendo eu a "este lado", que é como quem diz, ao "lado de fora", devo pronunciar-me apenas e só quanto a esse mesmo lado. 
Pois bem, assim sendo, começo por divulgar a minha opinião em relação a esse badalado ditado popular "Quem está de fora racha lenha.": como já deu para perceber, ela ficou bem explícita no título "Quem está de fora NEM SEMPRE racha lenha." e é um facto, porque longe vai o tempo (ou, a meu ver, nunca existiu tempo disso) em que só se deve meter (ou mete) nos acontecimentos e factos quem tenha que ver com eles. Am i right?
Neste caso, em particular, e não vou declará-lo aqui, pode dizer-se que, de facto, não tenho grande coisa que ver com o assunto, a não ser o meu conhecimento dos intervenientes e a constante e rápida degradação dos mesmos, e por tudo isso (ou por nada disso, já que não é da minha conta ou não devia ser porque cada um faz de si e consigo o que bem entender) eu fiquei, juntamente com outros "Iluminados" (vou chamá-los assim), de fora a rachar lenha, supostamente. Admito que, durante alguns tempos, rachei forte e feio. Fiquei no meu canto (ou lado, como quiserem, visto que é de lados que estamos a tratar) a apreciar aquele desmoronamento repentino que se fazia sentir todas as semanas, ou dias, nem sei precisar; fiquei "a ver a banda passar"(popularmente falando) e não me atrevi a interrompê-la, apesar de estar totalmente desafinada (metaforicamente falando, desta vez). Devo confessar, e pode não ser agradável, mas perante todo esse degredo e, ainda no meu canto/lado, eu ria-me, porque é como diz outro ditado "Mais vale rir que chorar" e chorar também não resolvia, só me ia fazer dores de cabeça. Fiquei a rir-me e a elaborar teorias com arestas bicudas capazes de justificar tais actos. O certo é que encontrei (e, mais uma vez, já que não declarei o caso, também não vou declarar essas teorias do meu imaginário) um conjunto de conhecimentos que explicam, ou podem vir a explicar, essa ordem de factos que se foram verificando. Encontrei-o, verdade, mas, por mais que fosse capaz de explicar os actos, não é uma justificação válida, de todo!
Os "Iluminados" procuraram-me na ânsia de manifestarem a sua preocupação e partilharem  o seu "conjunto" de justificações possíveis, e têm sido momentos de partilha e comunhão muito interessantes e agradáveis. As nossas teorias são idênticas, os nossos pontos de vista muito certeiros e as nossas "chamadas de atenção" muito directas. Estamos a fazer o nosso trabalho, aquilo que deve ser feito.
Estamos de fora, é verdade, mas nenhum de nós racha lenha. No fundo, não temos jeito e como diz esse grande senhor (ou não) Cristiano Ronaldo "O que tiver de ser, é o que tiver de ser.", que é como quem quer dizer, porque não o diz e nem chega lá perto, "O que tem de ser tem muita força" e sempre teve.

Portanto, um bem haja à LIGA DOS ILUMINADOS!
 Iluminados, a salvar almas há 4 dias!

quinta-feira, 8 de março de 2012

À mulher da minha vida!

Não há nada como chegar a casa depois de um longo período de ausência e receber aquele abraço apertado, ver aquele brilho nos olhos dela. É como lavar a alma! Perceber que, por mais que as prioridades da minha vida mudem, por mais que o tempo nos dê menos de si, há coisas que não mudam, há gestos e afectos que ficam.
Eu gosto dela, gosto muito dela. Tanto que é amor!
Os olhos pequeninos e rasgados, o corpo de estatura baixa e frágil, os cabelos curtos e a pele branca, as mãos bonitas e moldadas pelo trabalho, os pés pequeninos e sensíveis capazes de correr o mundo para assegurar o que nos faz falta, e a inteligência de uma mulher bem formada e informada.
Agradeço todos os dias o esforço que faz por mim, os limites que impõe a si e aos seus sonhos para que não existam limites nos meus. Só uma grande mulher seria idónea de todos os actos e acções que pratica, de todas as decisões e pensamentos que tem e de todo o amor que dá e que parece crescer todos os dias, nunca acaba. Segue-me à capela, sem qualquer ensaio e guia-me da melhor forma.
Ela é cheia de amor, cheia de tudo. Ela é a Mulher da minha vida!

(TEM UM ÓPTIMO DIA DA MULHER, SENHORA MINHA MÃE.)

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

As coisas são melhores contigo. O mundo é mais fácil contigo.
É tudo mais simples, mais rápido e mais claro.
O que me faz concluir que os dias deviam ser passados, inteiramente, do teu lado.
De uma maneira ou de outra, são-no. E eu sou feliz, realmente feliz, assim.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

A Relíquia

Ali, fez sentido!
As sensações, os olhares, as mãos, os gestos, as palavras, os abraços. Ali, tudo bateu certo, até o coração, até esse "desgovernado" que se acelera vezes sem conta e sem motivo aparente. 
Ali, fez-se luz!
Os medos, as angústias, as dúvidas, os fracasso, as lágrimas, as derrotas, desapareceram. Ali,tudo se iluminou, até o caminho, até esse "destemperado"  que desgasta e mói o corpo e a alma, sem querer.
E foi BRILHANTE. Foi DOCE, DOCE. Foi como tinha que ser!