sexta-feira, 15 de julho de 2011

I'm back.

Voltei. E voltei por uma razão muito simples: necessidade de escrever. Eu podia, podia escrever só para mim, mas onde é que está a piada nisso? Não está, exactamente. Posso querer somente atenção, posso até parecer ridícula e posso mesmo não ter nada de jeito para dizer. É só a minha vontade de chegar a alguém com as minhas palavras, com as coisas que eu sinto e com as coisas que faço. Não sei se ajuda alguém, possivelmente não, não sei se me dão crédito, sequer, e acredito que não o façam... Mas nem por isso paro! Eu não peço nada, não peço atenção e não peço que me entendam; peço só que tenham cuidado com as palavras e apreciem o significado de cada uma delas, são sempre escritas e sentidas da mesma forma intensa e segura.
Hoje, volto por uma razão especial. Volto porque há coisas que me deixam incrédula, estupefacta e com as emoções à flor da pele. Há coisas ridículas, não há?! E nós achamos que não, que nunca nada acontece, que as pessoas são aquilo que sempre achamos que fossem (e são mesmo, só que são-no de uma maneira mais profunda e infantil, ainda).
Eu lamento que, às vezes, tenha que lamentar certo tipo de situações (por vezes inopinadas) e conversinhas da treta. Lamento que, às vezes, mesmo sabendo o que a casa gasta, tenha que lamentar não ter visto que a despensa estava quase vazia (metaforicamente falando). Lamento, até, que tenha que lamentar aquilo a que assisto (e de camarote). Só que há coisas que não valem a pena, e tanto lamento para que? Alguém ouviu? Alguém se digna a ter consciência? Eu não vi, desculpem. Acho de um mau gosto tremendo e de um baixo nível estrondoso.
O que me descansa? A perspicácia e a rapidez com que atinjo as coisas. A eficácia dos meus actos e a força do que digo e escrevo. O que me revolta? A inconsciência crónica de quem actua e as palavras secas como se nada fosse grave, como se nada fosse importante.
Mas eu tenho uma palavra para isto: Deplorável. Não faz jus à dimensão, de facto. Mas foi o mais aproximado que arranjei porque, apesar do vocabulário português ser dos mais extensos do mundo, nem sempre se encontram as palavras certas para descrever alguma coisa. Eu tentei, ao menos.
Agora? Agora vou estudar mais um bocadinho que tenho exame de Sociologia da Comunicação amanhã.
Com a vossa licença.
Beijinhos

1 comentário:

  1. e para a próxima semaninha, assim que acabar os exames,quem volta sou eu! tou a morrer de saudades do meu blog, mas shiu, é segredo :b
    és linda princesa, boa sorte para o exame de amanhã <3

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